Você já é um Consultor ou Quer ser um (Melhor) Consultor ?

Com efeito e sem exageros Você já é, de certa forma, um Consultor  e vem trabalhando nisso, até sem saber, há algum tempo

Afinal, o que realmente faz um Consultor se não identificar e ajudar a resolver problemas, em caráter geralmente temporário e sem vinculação hierárquica?

Podendo, é claro, eventualmente ainda   colaborar na implantação de soluções para os mesmo e na manutenção desse novo estado de coisas.

Pois isso,  Você já fez ou vem fazendo na sua prática profissional diária, aqui e ali, tanto em situações de natureza técnica como em episódios sócio-familiares.

Mas será que não dá pra melhorar essa sua Consultoria.  Por que não?

Assim, nosso Curso de Desenvolvimento de Consultores objetiva justamente responder a  esta pergunta, tanto para os já profissionais da área quanto para os  executivos, em conversão planejada para uma 2ª carreira, envolvidos em problemas e à procura de soluções  alternativas.

 

Consultoria  não é  receita de bolo!

Os médicos cada vez mais aceitam  que não existem doenças mas, sim, doentes  e os tratam de acordo.  Aliás,  há séculos Paracelso  afirmava a relatividade dessas coisas, ao afirmar que todo veneno pode ser remédio,quando tomado aos pouquinhos e vice-versa- lembram-se da estricnina?

Pois o Curso de Desenvolvimento de Consultores, apoiado em dezenas de anos de experiência prática de seus apresentadores, justamente, aborda os  temas e conceitos mais relevantes dessa atividade, de um ponto de vista não-sectário, discutindo  como se posicionar, praticamente,em face  da relatividade dos problemas organizacionais .

O importante- essa a proposta do Curso -, é de como  identificar corretamente tais problemas, criando- se  alternativas de solução- e não “a solução”- , deixando ao aluno-consultor, uma série de Diretrizes que possam ser  aplicadas, no dia a dia da sua Consultoria.

Com isso, a programação induz os Consultores identificar corretamente a situação   real do Cliente,  avaliando e examinando-as a partir das  Diretrizes aplicáveis ao caso.

Assim, por exemplo, há Diretrizes que se aplicam até a toda e qualquer situação. Diz uma delas:

“Não há segredos nas organizações  e, não havendo garantia de sigilo absoluto,  a melhor alternativa  é sempre uma  honesta  transparência”.

Luiz Affonso Romano e Paulo Jacobsen

Consultores Organizacionais e Coaches de Consultores

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Reconhecendo a importância das iniciativas, proponho que as consultas sejam feitas através de mensagem enviada para:

romano@luizaffonsoromano.com  ou no telefone (21)2244.2386.

 

 

PRODUTOS VENCEDORES

Vários são os motivos que levam as empresas a buscarem a contratação de consultores.

Dentre outros, a necessidade de competência específica no trato de um desafio, uma solução particular rápida e segura, experiência anterior na abordagem de mesma complexidade, a obtenção de um olhar mais crítico e imparcial.

Quando a decisão final for contratar um consultor, mesmo que os motivos tenham sido apreciados extensivamente, há que se registrar qualidades a serem exigidas na seleção. Um apoio à decisão que pode atenuar muitos prejuízos.

Sabemos que em nome da urgência, não raramente lança-se mão da rede de relações para identificar profissionais de consultoria, desprezando-se maiores cuidados.

Assim, cabe considerar como exemplos que:

a)    As condições gerais de execução, ante os riscos oferecidos, podem apontar para um determinado sexo, dentro de uma faixa etária definida.

 

b)    A análise lógico-estruturada do cenário pode exigir uma formação acadêmica mais extensa.

 

c)    A distribuição geográfica dos consultores, pode levar a solução a saltar os muros do município,  do estado e do país, envolvendo profissionais internacionais.

 

d)    A experiência, o comprometimento ético, a atenção concentrada e o prestígio conquistado ao longo do tempo, devem também referenciar o processo de seleção do consultor.

 

Conscientes da importância dos critérios na contratação de consultores para o destino das empresas, Luiz Affonso Romano e Paulo Jacobsen , dois profissionais com longa folha de serviços prestados ao sistema produtivo brasileiro, agiram na direção da garantia dos melhores resultados, oferecendo dois produtos ao mercado:

a)    Curso de formação de consultores, cujos resultados têm mantido a dupla dentro de um avião, levando especialização para profissionais de norte a sul do país.

 

b)   Pesquisa recente apreciando o “ Perfil da Consultoria no Brasil “, que pode ser adquirida nas versões impressas e/ou DVD.

 

Reconhecendo a importância das iniciativas, proponho que as consultas sobre os produtos oferecidos, sejam feitas através de mensagem enviada para:

romano@luizaffonsoromano.com  ou no telefone (21)2244.2386.

 

Certamente, propostas necessárias para profissionais e empresas.

 

 Eraldo Montenegro

Professor, Consultor e Diretor da Divulgar

O Dado da Sabedoria!

Mea culpa, preconceito e a multidão 2.0

As recorrentes manifestações de preconceito das grandes torcidas aqui e acolá nos surpreendem negativamente. Nos primeiros casos registrados de preconceito da multidão 2.0 – que chamaremos de ‘sentimento discriminatório transformado’ – tais manifestações eram vistas em campos de futebol na Europa, cujos gramados testemunhavam o uso da agressão moral como um último recurso contra o talento. Contra os dribles desconcertantes, bananas e outras evidências para colocar cada um no seu devido lugar.

Prática que parecia encerrada a certas correntes de opinião distantes, agora se espraia para o futebol e outros esportes dentro do Brasil. Chegou a vez do vôlei com o episódio da homofobia na partida Cruzeiro x Vôlei Futuro. Fazemos um mea culpa e admitimos: organizadores do código de ética da Confederação Brasileira de Voleibol, em 2001, deixamos de contemplar esta possibilidade, agora renascida na 1ª partida da semifinal, em Minas Gerais.

Deixamos de fora a homofobia, não porque fosse menos importante há dez anos, mas porque havia um movimento de aceitação à diversidade, ao exercício de novos comportamentos e a premissa de que o vôlei atraía um público menos propenso a atos de discriminação. Esse pressuposto era amparado pelo público que frequentava os estádios. Os que assumiam ser homofóbicos davam asas à agressividade em espaços restritos e fechados. Não tinham coragem de fazê-lo aberta e publicamente. Como também escondidos estavam os intolerantes religiosos… Os importantes e urgentes temas eram as possibilidades de corrupção, negociação de passes, jogo desleal, uso de estimulantes químicos, racismo, violência, má imagem pública de atleta, árbitros, dirigentes e instituições ligadas a outros esportes no país e no exterior.

Inclusive, tínhamos uma visão de que a forma de se conceituar ‘multidão’ era algo ultrapassado. Fazia mais sentido falar de ‘público’. Um refinamento da visão de que a massa é irracional e perigosa quando seus integrantes estão anônimos, passando para o pólo positivo da reunião em grande escala de diferentes indivíduos capazes de compartilhar o espaço público (no caso, os estádios) imbuídos dos valores do convívio e da tolerância.

Uma saída possível para explicar a reação homofóbica da multidão seria o desejo da arquibancada em tentar desequilibrar o atleta adversário. Um recurso desleal, que não combina com o espírito esportivo.

Naquela época, o código de ética se prestava a revelar de forma explícita e formal aquilo que se via nas arquibancadas, em dias de jogos de vôlei, de forma implícita e informal: alegria, amor ao esporte, espírito de competição, alternativa profissional, impacto do esporte nas comunidades, igualdade, lealdade, responsabilidade e transparência. Parece, no entanto, que precisamos atualizar não somente o código de ética da CBV- tal e qual outros códigos que já foram adaptados às novas opções, novos valores e novos tempos-, mas também nossas crenças sobre a multidão, que reaparece na sua versão 2.0 com valores transformados de tolerância e competição. E agora com poder de voz ainda maior com a emergência da comunicação todos- todos.

*Profs e consultores Luiz Affonso Romano, José Maria Noronha e Anderson Ortiz (equipe que elaborou o Código de Ética da CBV, em 2001).

Ouvimos por ai!

Olhar Futuro – Por Eraldo Montenegro

Tomo conhecimento através da mídia que as escolas estão preocupadas com a caligrafia dos estudantes, deteriorada pelo uso intensivo do computador.

Ante à exigência de redação de próprio punho no vestibular, elaborada segundo as normas previstas, a qualidade da escrita constitui uma ameaça na obtenção dos melhores resultados.

Surpreendente mesmo é a surpresa das escolas.

Na medida em que os alunos guardam o compromisso de elaborarem manualmente a cada dia, uma série de trabalhos, já se obteve há muito, dados suficientes para corrigir a constatação.

A mesma matéria apresentou instituições especializadas em técnicas caligráficas, anunciando um número elevado de matrículas. Um comércio paralelo e oportunista.

Outra matéria denuncia a criatividade limitada dos candidatos no desenvolvimento dos textos de suas redações. Os exemplos são muitos. Lembro de uma aluna que buscando descrever a partida de um trem, pedida para ser contada em trinta linhas, simplesmente registrou: “O trem apita e sai”, entregando a prova. Não conseguiu pensar além do ato mecânico do trem partir.

Uma terceira matéria destaca o baixo interesse do nosso estudante pelos livros. Segundo a pesquisa, enquanto nos países desenvolvidos a compra média anual é de doze a treze livros per capita, no nosso País este indicador não atinge um livro.

Nos parece que a escola é a detentora das estratégias pedagógicas que provocam o acesso e utilização do livro, por parte dos alunos.

Na mesma escola cabem as atividades redacionais, que apoiadas por leituras dos livros recomendados, desenvolvem a capacidade de ler e interpretar.

A partir das práticas bem orientadas e tendo para insumo o pensar de autores consagrados, o caminho para criar fica fortemente facilitado.

A falta do hábito de ler e escrever conduz ao desenvolvimento de profissionais voltados para o trabalho rotineiro, desprovido de poder de inovação, desatento à importância da preservação da memória do que vivenciaram.

Quando os países da Comunidade Europeia passam a ser orientados para um novo pensar da cadeia educacional, comprometidos com o estabelecimento de mentes inovadoras, parece-me claro que já ficou percebido que a atual crise do Continente, enxerga na má qualidade dos profissionais o agente da contribuição limitada.

Neste contexto, a caligrafia dos alunos passa a representar um pequeno detalhe do muito que precisa ser corrigido.

“A vida só pode ser compreendida, olhando para trás, mas deve ser vivida, olhando para frente”.

Soren Kierkegaard

Artigo Publicado no Globo On Line escrito por nossa Gestora Educacional Ana Shirley França

Maior sinergia entre alunos, pais, escola e sociedade nesta volta às aulas

Publicada em 10/02/2011 às 15h43m

Artigo da leitora Ana Shirley França*

Com as mudanças ocorridas no último século, principalmente, nas últimas décadas, houve transformações sócio-econômicas expressivas que modificaram sensivelmente a família, como célula básica e fundamental da sociedade. Notadamente, nos últimos 20 anos, o mundo mudou velozmente, a estrutura familiar se modificou e, por sua vez, os alunos também. Mas a escola, enquanto instituição social, pouco mudou.

Grandes mudanças ocorreram em níveis comportamental e social em relação à família. As novas configurações familiares trazem à escola dificuldades de compreensão e de atuação na sua tarefa de ensinar e formar. Duas causas podem ser atribuídas a esse novo desenho familiar: a necessidade de ingresso e conquista do mercado de trabalho pelas mulheres e as grandes transformações de comportamento e maior liberdade sexual, veiculadas e reiteradas pelas mídias em geral. Tais fenômenos interferem, sobremaneira, na sociedade, criando uma família diferente da tradicional: pai, mãe e filhos, numa relação cotidiana constante.

Atualmente, é cada vez maior o número de filhos que são fruto de relações informais, de pais separados, de “produções independentes”, etc; contudo, não se pode dizer que a nova situação familiar seja uma anormalidade. Houve mudanças no paradigma social familiar que, obrigatoriamente, a escola precisa entender e se adequar, de forma a poder cumprir sua missão.

Ficar no saudosismo não resolve, é preciso buscar novas estratégias para chamar a família à sua responsabilidade. Trazer pais e mães, independente de viverem juntos ou não, e convocá-los a assumirem seus papéis sociais diante dos filhos e da sociedade, algo que a instituição escolar necessita e deve fazer. Por outro lado, a escola também precisa se adequar, mudar sua forma antiquada de enxergar a família e tentar caminhar com ela, realizando atividades e eventos que promovam a integração entre toda comunidade escolar: alunos, pais, professores e direção. Também a comunidade deve ser chamada a responder e a auxiliar nessa empreitada.

Sabe-se que hoje os jovens e as crianças respeitam cada vez menos seus pais e seus professores, tornando a disciplina uma questão séria que a escola deva resolver. Contudo, não há como proceder, sem o auxílio da família, sem interação e troca de comunicação entre essas duas instituições sociais.

Pais e professores são de opinião que o problema maior está nas determinações dos limites para os alunos e filhos. Contudo, não trocam opiniões, não discutem o problema, não buscam soluções consensuais. Há exceções, é claro. Porém, será que o estabelecimento de regras, de limites, resolverá o problema? Claro que não. Só surtirão efeitos, se forem estabelecidos com determinados objetivos e discutidos, inclusive, com os alunos e os filhos. Tarefa difícil, sem dúvida, mas um caminho a ser percorrido. Escola, pais, alunos e sociedade têm responsabilidades compartilhadas, pelo menos, em tese.

*Ana Shirley França é gestora educacional do Instituto de Administração do Rio de Janeiro.Este texto foi escrito por um leitor do Globo.

Aulão Solidário

Ajudando a quem precisa!!

Ouvimos por ai

A idade da razão

Sim, houve uma prorrogação geral, um terceiro tempo, que está sendo bem desfrutado. Os na jovialidade dos 50/60 anos, os jovens que administram a carreira desde empresas juniores, os que anseiam por segurança, mulheres que predominam em certas profissões, casais de duplo salário e os que vivem só encabeçam as novas tribos, com estilos de vida e trabalho próprios.

Quantos de nós – homens e mulheres, com 60 anos – pretendem parar de trabalhar? Hoje, os na jovialidade dos 60 anos estão próximos aos 25 milhões, amanhã 30 ou mais, que se continuarem trabalhando adeus crise previdenciária. A maioria viverá até os 85 anos e volta a se perguntar, agora aos 60, tal qual fizeram aos 20 e aos 40, como se programar para mais 20 de vida prazerosa, profícua e remunerada, símbolo de proficiência e vigor.

Eis que fazem, vale repetir, planos para estenderem a permanência – capacitados em saber e experientes -, organizando e reprogramando seus conhecimentos. Usam a internet e leem seus jornais impressos por mais 20 anos. Não há procedimento padrão, o sintetizar é isso ou aquilo.

No entanto, as academias de ginástica e de ensino, o comércio e o setor de entretenimento precisam ajustar horários aos que requerem ainda com disposição de jovens. A publicidade precisa saber onde encontrá-los, pois não estão somente na praia ou saçaricando. Sabem que a ociosidade é um risco.

As empresas perceberam as novas tribos e produzem também produtos desenhados para o consumo de uma só pessoa. Em Nova York, quase 50% dos consumidores moram sozinhos e compram para si mesmos. Assim, mudam embalagem, qualidade e preços dos produtos. Configura-se um seleto grupo de interesse. Estamos de pé atrás com boa parte dos analistas, os descuidados e apressados, apenas voltados para o macro, que não perceberam as mudanças e davam como favas contadas o perecimento da mídia impressa, dos livros, cinemas e teatros. Não identificaram que a população ultrapassa com folga e garbosamente a marca dos 60 anos. A balzaquiana de 30 anos ontem tem 50 anos ou mais hoje.

Recentemente, ofereceram algumas indicações para que o país aproveite o pós-crise: pré-sal; carro elétrico; bioenergia; biotecnologia… e nenhuma palavra acerca do capital humano, sobre investimentos maciços em educação. Outra vez, não ouviram a sirene.
Por termos esgotado o estoque de insanidade com os milagres e planos, precisamos de mão de obra qualificada e experiente para orientar os jovens à concepção e ao empreendedorismo, servir de exemplo e fortalecer o mercado interno. Enfim, cerzir com seriedade e competência um país harmônico.

Fonte: Publicado em O Globo, 08/04/2010, em O Globo, pag.07 e On line às 16h11m (OPINIÃO) e Agência SEBRAE